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Convite para o apocalipse: um chamado para a reinvenção dos afetos

*Felipe Melhado **Obra em destaque: Sunrise by the ocean, de Vladimir Kush “Um paranoico é alguém que entendeu um pouco do que está acontecendo” – William S. Burroughs É preciso ter cuidado ao taxar alguma ideia ou algum autor de “apocalíptico”. E isto não é só porque o apocalipse, como dizem, está se tornando cadaContinuar lendo “Convite para o apocalipse: um chamado para a reinvenção dos afetos”

O PAÍS DA NECESSIDADE

*Willian Casagrande Fusaro A mercadoria é, antes de tudo, um objeto externo, uma coisa que, por meio de suas propriedades, satisfaz necessidades humanas de um tipo qualquer. A natureza dessas necessidades – se, por exemplo, elas provêm do estômago ou da imaginação – não altera em nada a questão MARX, Karl. O Capital: crítica daContinuar lendo “O PAÍS DA NECESSIDADE”

Libertar o autômato, emancipar o ser humano

*Manoel Dourado Bastos [Nota de advertência: Nada nesse texto é exatamente desconhecido. Parte significativa das informações não referenciadas no texto foram coletadas em cinco ou seis verbetes do Wikipedia, que, justamente, pede doações a seus usuários (o que eu mesmo não fiz até o presente momento) para continuar oferecendo um conjunto de informações socialmente produzidasContinuar lendo “Libertar o autômato, emancipar o ser humano”

Fenomenologia (e ontologia) dos algoritmos

*Rodolfo Rorato Londero **Imagem em destaque: Handy Pandy Em A sociedade de controle: manipulação e modulação nas redes sociais (SOUZA; AVELINO; SILVEIRA, 2018), os autores pretendem definir o vago conceito deleuzeano de modulação1, apresentado no “Post-scriptum sobre as sociedades de controle” (DELEUZE, 1992), a partir de referências ao uso intensivo de algoritmos e máquinas deContinuar lendo “Fenomenologia (e ontologia) dos algoritmos”

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