Corpos periféricos, projetos subversivos: Entre Clorinda Matto de Turner e Maria Firmina dos Reis

Corpos periféricos, projetos subversivos

Heloisa Costa Rigon*

Em 1887, uma escritora cusquenha chega em Lima e abre as portas de sua casa para promover encontros intelectuais conduzidos por mulheres. Do outro lado da América Latina, na mesma década, no interior do estado do Maranhão, uma escritora negra criava a primeira escola gratuita e mista do país para os filhos de lavradores e de donos de terra da região. Pretendo apresentar, neste breve texto, Clorinda Matto de Turner (1852-1909) e Maria Firmina dos Reis (1822-1917) a partir de seus projetos considerados, pela visão conservadora da época, um rompimento do espaço destinado às mulheres. E ainda mais ousado por serem mulheres independentes e sem filhos nascidas em regiões consideradas periféricas, cada uma em seu país:  a peruana na Serra e a brasileira no Nordeste. Ademais, Firmina era uma mulher negra.

Minha pesquisa de mestrado foi sobre Clorinda e seu romance de denúncia Aves sin nido (1859). E conheci de maneira mais profunda a biografia de Firmina a partir do livro Maria Firmina dos Reis: a trajetória intelectual de uma escritora afrodescendente no Brasil oitocentista (2019), do pesquisador Rafael Balseiro Zin. Conforme lia a biografia da escritora maranhense, percebia afinidades com a de Clorinda. Justo nesse momento, eu assumi uma disciplina de Estudos comparados no curso de Letras, da Universidade Estadual da Paraíba, onde sou professora substituta, e aproveitei a oportunidade para reunir as duas escritoras decimonónicas[2] nessa disciplina com obras que também apresentam pontos convergentes: o romance Aves sin nido, de Matto, e o conto “A escrava”, de Firmina[3]. Se minha escrita se voltar mais para o lado da escritora peruana, é pelo fato de ter uma pesquisa desenvolvida sobre ela.

Não tenho o intuito de fazer um estudo comparado. No entanto, me instiga as co-aparições[4] no caminho de Clorinda com uma conterrânea minha. Co-aparição como “um conceito que tenderia a afastar a conotação normativa que a palavra ‘comparação’ ganhou no decorrer de sua institucionalização nos estudos literários” (MELO, 2013, p. 13), no sentido de encontrarmos em algumas de suas literaturas e posturas sociais pontos que se relacionam, embora elas não tenham tido contato, tampouco conhecimento de suas existências (será?). Assim, estabelecemos pontes Sul-Sul, inter-relacionando o Brasil e a América Hispânica.

Clorinda e as veladas literarias

Clorinda Matto de Turner.
Arquivo de reprodução da internet.

Nascida em Cusco, no dia 11 de novembro de 1852, Grimanesca Martina Matto Usandivas[5] viajava durante sua infância a Calca, no Vale do Urubamba, onde estava localizada a fazenda de sua família, Paullo Chico. Neste local, convivia diretamente com as tradições quéchuas vivenciando ricas experiências culturais e linguísticas. (DENEGRI, 2018).

Clorinda morou também no Distrito de Tinta e em Arequipa (regiões serranas), lugares onde começou e desenvolveu seu trabalho de jornalista e escritora, despertando o reconhecimento desses ofícios no grupo de intelectuais de Lima. Nesta fase de sua vida ela estabeleceu seu lugar enquanto escritora, jornalista e educadora com viés feminista, indigenista, sul-andino e americanista com textos de tom denunciatórios. (RIGON, 2020, p. 27)

Nessa mesma época, na década de 70 do século XIX, visitou Lima e recebeu o convite de Juana Manuela Gorriti (1818-1892), escritora argentina que vivia na capital peruana, para participar de suas veladas literarias. Em 1886, Clorinda foi morar em Lima e viveu na metrópole sua época mais efervescente. Entre as suas atuações, está a continuação dos saraus iniciados por Gorriti. Apresento-os a seguir[6].

As veladas começaram na casa de Gorriti, no ano de 1876. Segundo a própria anfitriã:

Cuenta la señora Gorriti con la cooperación de la mayor parte de señoritas y señoras escritoras, que, con verdadero entusiasmo, han acojido tan hermosa idea, y espera que una vez que pase su invitacion, no se hagan esperar en acudir á realizarla…. En la tertulia literaria que la señora Gorriti piensa establecer, habrá más libertad, mas expansión; allí se discutirá en medio de la confianza que inspira la conversacion de amigos reunidos con un solo fin: el cultivo de la literatura (sic).

GORRITI, 187?, apud SOTOMAYOR MARTÍNEZ, 2013, p. 219

No sentido totalmente oposto ao que a elite masculina limenha estava começando a avançar em direção da construção do “anjo do lar”[7], Gorriti estava desenhando um projeto literário e social com a participação ativa das mulheres. Do privado ao público, a escritora argentina divulgava os saraus e debates que ali aconteciam, possibilitando a presença das mulheres no universo público anteriormente dominado pelos homens. Além das tertúlias, onde as/os escritoras/es falavam sobre seus projetos literários e poetas recitavam seus escritos, as/os intelectuais socialmente comprometidos debatiam os conflitos peruanos, especificamente os de Lima nas esferas política, econômica e cultural em um momento anterior à Guerra do Pacífico[8]. Gorriti conciliava o trabalho de professora com a maternidade e o ativismo intelectual feminino/feminista.[9]  Em 1877, quando a escritora argentina regressou a sua terra natal e concomitante aos indícios da Guerra do Pacífico, as veladas foram interrompidas e retomadas dez anos depois por Clorinda Matto.

Neste segundo momento, as veladas literarias desempenharam um papel fundamental na sociedade pós-guerra peruana, já que as batalhas contra o Chile foram:

[…] el sacudimiento más tremendo que el hombre peruano sintió en ese siglo. Encendió todo el territorio, desde el sur hasta el norte, desde la costa hasta la sierra. Implicó una enorme pérdida fiscal, y penetró en la esfera económica e industrial, en las ciudades, en los villorrios y en los campos, en los hogares y hasta en las comunidades indígenas. No hubo existencia de contemporáneo, joven o viejo, varón o mujer, que de un modo u otro no resultara tocada por este drama.

BASADRE, 2014, p. 9

Neste cenário, muitas mulheres ficaram viúvas e tiveram que ir em busca de trabalho para assumir a economia do lar, anteriormente destinado aos seus maridos. Foram com as reuniões de Matto que algumas dessas mulheres tiveram a oportunidade de começar o ofício de escritora, revisora, jornalista, tradutora: “estas reuniones nos permiten comprender la red y el proceso gradual que significó la aparición de la mujer ilustrada en el espacio público” (SOTOMAYOR, 2013 , p. 39).

Clorinda, ao lutar por uma sociedade mais justa e igualitária, somava-se a um tipo de  ativismo intelectual:

se proyecta con estas escritoras una forma de feminismo que no se manifiesta con protestas contra la opresión del patriarcado, ni huelgas, ni discursos agresivos en los escaños del congreso por la erradicación y la imposición de nuevas reglas que mejoren la condición de la mujer. Estas mujeres cambian efectivamente la sociedad patriarcal a través de estrategias diferentes que implican una subversión del mensaje de la hegemonía patriarcal en un proceso intelectual constante.

TORRES CALDERÓN, 2006, p. 2

No entanto, para lograr esses encontros em sua casa, foi imprescindível a rede de contatos sociais que a escritora cusquenha tinha na capital peruana. Em suas reuniões literárias, recebia políticos de diferentes ideologias para discutir vários temas a partir de múltiplas perspectivas e intelectuais renomadas/os, entre eles: Mercedes Cabello de Carbonera (1845-1909), Ricardo Palma (1833-1919) e Manuel González Prada (1844-1918).

Nos saraus clorindistas, eram as mulheres quem tiveram o protagonismo ao contribuir diretamente na seleção de textos e na condução dos debates, distintivamente das outras redes criadas pelos homens intelectuais sob o comando de Palma e González Prada nas quais as mulheres participavam de uma maneira muito mais retraída seguindo a linha de intelectuais liberais que permitiam o acesso das mulheres, mas com limites. (DENEGRI, 2018).

Consideramos o fim das veladas literarias de Matto no ano de 1891. No entanto, não existe um registro oficial. Sabe-se que não houve mais tipos de encontros como os propostos por Gorriti e Matto até a geração de poetas que surgiu quase um século depois, na década de 1980. (ibidem). Deixamos aqui uma reflexão de como poderia ter seguido a geração de mulheres ilustradas[10] ou quais poderiam ter sido os debates nas tertúlias que entrariam no século XX e, ainda, quem seria a anfitriã.

Em 1895, devido a ameaças e perseguições por motivos políticos[11], Clorinda se auto exilia em Buenos Aires, Argentina, onde morre em consequência de uma pneumonia, em 1909.

Firmina e sua escola

Ilustração de Maria Firmina dos Reis
Arquivo de reprodução da internet.

Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 11 de março de 1822 e aos cinco anos se mudou para o interior do estado nordestino para ser criada pela tia, depois da morte de sua mãe. Sem contato com o pai, Firmina viveu em uma casa de mulheres. Além da “tia-mãe”, viviam juntas a avó, uma prima e uma irmã, estas duas grandes amigas suas. Os recursos econômicos de sua tia possibilitaram à escritora o acesso a uma educação caseira sendo o trampolim para a conquista da sua profissão: ela foi a primeira mulher aprovada em um concurso público no Brasil como professora aos 25 anos (ZIN, 2018). A literatura também estava presente em seu entorno, muito provavelmente desfrutou das literaturas de autoria negra autobiográficas do norte global, como Doze anos de escravidão (1853), de Solomon Northup, e as memórias de Mahommah Gardo Baquaqua, africano de Benin, publicadas em 1854. [12] (DUARTE, 2018).

De acordo com o professor Eduardo de Assis Duarte (2018), Úrsula, de uma maranhense[13], é possivelmente o primeiro romance antiescravista de língua portuguesa escrita por uma mulher e um dos primeiros romances publicados no Brasil. Firmina também colaborou com textos poéticos em jornais locais, participou de antologias poéticas (no Parnaso Maranhense), publicou contos, um livro de poesia e trabalhou na preservação de textos da literatura oral, além de compor canções de caráter folclórico e o Hino de Libertação dos escravos, em 1888. (ZIN, 2018).

Concordamos com Zin e Duarte na constatação de que Firmina tinha compreensão do tempo em que vivia e do seu papel para uma transformação social. Após se aposentar, em 1881, ela fundou, aos 58 anos, na região de Maçaricó, no interior do estado do Maranhão, a primeira escola gratuita e mista do país, dedicada aos filhos/filhas de camponeses e dos latifundiários.

Toda manhã, [a professora] subia em um carro de bois para dirigir-se a um barracão de propriedade de um senhor de engenho, onde lecionava para as filhas do proprietário. Levava consigo alguns alunos, outros se juntavam. Um projeto ousado para a época. Uma antiga aluna, em depoimento de 1978, conta que a mestra era enérgica, falava baixo, não aplicava castigos corporais nem ralhava, aconselhava. Era estimada pelos alunos e pela população da vila. Reservada, mas acessível, toda passeata dos moradores de Guimarães parava em sua porta. Davam vivas, e ela agradecia com discursos improvisados.

TELLES, 1997 apud ZIN, 2018, p. 24

Contudo, essas aulas mistas escandalizou os grupos locais e a professora foi obrigada a suspendê-las depois de dois anos e meio. De acordo com Nascimento Moraes Filho (1975), compreende-se que essa proposta era “uma revolução social pela educação e uma revolução educativa pelo ensino, o seu pioneiro subversivo de 1880.” (apud ZIN, 2018, p. 24). Negra, nordestina, intelectual de múltiplas facetas, não há fotografias de Firmina. Em 11 de novembro de 1917, ela faleceu “cega, pobre e sem nenhuma honraria”, na companhia de um dos seus filhos adotivos[14].

Entre a educação infantil no campo de Firmina e a educação intelectual na metrópole de Matto, vejo essas duas escritoras saírem do lugar que lhes foi imposto por nascerem mulheres e em regiões consideradas periféricas e seguirem seus projetos. Sobre isso, trago um trecho de um texto escrito por Clorinda publicado no jornal El Perú Ilustrado[15], em 1882:

Suplen la ausencia de lugares en las batallas, en los debates parlamentarios y en la vida pública, aquí las mujeres tenemos un rol subversivo, aquí entre nosostras, se debate no sólo la problemática femenina, sino se convierten en trincheras, donde se fraguan conspiraciones para el reconocimiento de nuestros derechos, que lamentablemente discuten los hombres, sin nuestra participación.

MATTO DE TURNER, 1882, n.p.

Ainda que a sociedade aceitasse a presença da mulher no campo da educação, sendo elas as primeiras a assumirem o trabalho docente sul-americano na segunda metade do século XIX, durante o processo de organização nacional (SARLO, 2005, p. 176), tanto a escritora cusquenha quanto a maranhense romperam com as estruturas e contribuíram politicamente para a construção sociocultural dos seus entornos, gerando polêmicas entre os membros mais conservadores de ambas sociedades.  

Ilustração: Rafaela Martins de Souza

Referências

ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS. Palestra Maria Firmina dos Reis Precursora da Negritude, com Eduardo de Assis Duarte. Youtube, 04 dez. 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=mzWT29qCJ0k&t=155s&ab_channel=AcademiaMineiraDeLetras Acesso em 2019.

BASADRE G., Jorge. Historia de la República del Perú. [1822-1933]. Tomo 09. Lima: Producciones Cantabria. 2014.

DENEGRI, Francesca. El abanico y la cigarrera. La primera generación de mujeres ilustradas en el Perú. Lima, Ceques, 2018.

MELO, Alfredo Cesar. Por um comparativismo do pobre: notas para um programa de estudos. Revista Brasileira de Literatura Comparada. São Paulo, n.23, p. 09-30, 2013.

RIGON, Heloisa Costa. Clorinda Matto de Turner: a literatura como denúncia dos conflitos políticos e sociais no Peru. Dissertação de Mestrado em Literatura e Interculturalidade: Universidade Estadual da Paraíba. Campina Grande. 2020.

SARLO, Beatriz. Mulheres, História e Ideologia. In: SARLO, B. Paisagens Imaginárias: Intelectuais, Arte e Meios de Comunicação. Trad.: Rubia Prates Goldini e Sérgio Molina.  São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2005. P. 171-196.

SOTOMAYOR MARTÍNEZ, Evelyn N. Satisfecha y orgullosa, aunque sea impropio. Las veladas literarias de Clorinda Matto de Turner (1887-1891?). Tesis de magíster en Literatura Hispanoamericana: Pontificia Universidad Católica del Perú, Facultad de Letras y Ciencias Humanas. Lima. 2013.

TORRES-CALDERÓN, Álvaro. Mujer, Nación y Progreso en el discurso del exilio de Clorinda Matto de Turner y Juana Manuela Gorriti. 2006. Tesis de doctorado. Department of Modern Languages. The Florida State University. Florida. 2006.

ZIN, Rafael Balseiro. Maria Firmina dos Reis: a trajetória de uma escritora afrodescendente no Brasil oitocentista. São Paulo: Aetia Editorial, 2019.

Notas

* Professora substituta na Universidade Estadual da Paraíba com Mestrado em Literatura e Interculturalidade (UEPB), Graduação com Licenciatura em Letras – Língua Espanhola e Literaturas Hispânicas (UEL) e Intercâmbio na Universidad de Salamanca (Espanha). Pesquisa os temas: literatura hispanoamericana; literatura indigenista; literatura de autoria feminina latino-americana; conflitos políticos e sociais na América Hispânica com recorte no século XIX.

[1] Este texto foi elaborado a partir de uma comunicação oral nas Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana – 2020, intitulada Maria Firmina dos Reis y Clorinda Matto de Turner: cuerpos periféricos y subversivos.

[2] Decimonónico é o termo em espanhol que faz referência ao século XIX. Como está muito presente nos estudos literários hispânicos, também a utilizaremos neste texto.

[3] Sabe-se que a regra de citação do sobrenome no Brasil é o último (no caso aqui, Turner e Reis). Porém, utilizarei neste texto Matto e Firmina.

[4] Sentido de “co-aparição” seguindo o com-parison de Jean Luc-Nancy, presente no artigo Por um comparativismo do pobre (2013), de Alfredo César Melo.

[5] Somente depois de se casar com o médico e comerciante inglês Joseph Turner, nossa escritora passa a se chamar Clorinda Matto de Turner.

[6] Para um estudo mais aprofundado no tema, sugiro a pesquisa de Evelyn Sotomayor Martínez, Satisfecha y orgullosa, aunque sea improprio. Las veladas literarias de Clorinda Matto de Turner (1887-1891?) (2013).

[7]ángel del hogar”.

[8] A Guerra do Pacífico (1879-1883) tinha Peru e Bolívia como aliados em confronto com Chile. Este país estava interessado na região costeira de Antofogasta (na época pertencente a Bolívia) devido a sua abundância no salitre, produto exportado para a Inglaterra. Chile saiu vitorioso, Peru perdeu a região de Tarapacá e Bolívia o seu acesso ao Oceano Pacífico.

[9] Para um estudo mais aprofundado sobre Juana Manuela Gorriti e suas veladas literarias, sugiro os trabalhos de Vera Lucia Wurst Giusti, Lo velado de las veladas literarias de Juana Manuela Gorriti: la construcción del sujeto feminino em el siglo XIX (2015), e de Francesca Denegri, Las parias que pudieron hablar: las peregrinaciones de Flora Tristán y Juana Manuela Gorriti (2011).

[10] Referência ao livro de Francesca Denegri, El abanico y la cigarera: la primera generación de mujeres ilustradas en el Perú (2018).

[11] O Presidente da República e amigo de Clorinda, Andrés A. Cáceres, do Partido Constitucional, partido que a escritora peruana militava, sofreu um Golpe de Estado sob o comando do ultraconservador Nicolás de Piérola, do Partido Civil. Em Boreales, Miniaturas e Porcelana (1902), Clorinda relata os dias de perseguição, os ataques, as ruas da capital tomadas pelos membros do Partido Civil, assim como a sua saída de Lima rumo a Buenos Aires.

[12] O estado do Maranhão viveu um boom econômico na década de 60 do século XIX ao começar a exportar algodão para a Inglaterra. Com isso, as literaturas estrangeiras chegaram no estado nordestino e, provavelmente, Firmina teve acesso a elas.

[13] Referência a como Maria Firmina dos Reis assina o livro.

[14] Firmina adotou cerca de dez crianças das que frequentavam a escola criada por ela.

[15] Clorinda Matto foi diretora de redação do El Perú Ilustrado durante os anos de 1889-1891.

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