Perfil – Gayatri Spivak

Gayatri Spivak

Após décadas de ocupação territorial, e uma série de revoltas naquele solo, o Império britânico na Índia chega ao fim, em 1947[1]. Naquele mesmo ano[2], a partição do território indiano provocou uma separação religiosa entre hindus e muçulmanos. O acontecimento causou impacto direto nas vidas das populações ali residentes e ainda marcam suas condições políticas, sociais, culturais e econômicas[3]. Esses processos têm reflexos, ainda hoje, nas migrações de Bangladesh à Índia[4], bem como, na migração em Índia para outros continentes do globo, como Europa e América do Norte.

Gayatri Chakravorty Spivak, pesquisadora indiana, é implicada neste processo. Ela relata, por vezes, a experiência de ver sua mãe acolher migrantes recém chegados a Calcutá[5]. A história de seus pais, e a sua, entremeiam e constrangem muitas das questões levantadas pela autora, sobretudo, o problema da diferença. Sua vasta obra é marcada por movimentos intelectuais em meio a migração para os Estados Unidos. É, também, pela sua formação em distintas matrizes teóricas, seja pelos estudos pós-coloniais, pelos estudos subalternos, ou pelas perspectivas desconstrucionistas derrideadianas. Em resumo, a autora reconhecida internacionalmente pelo ensaio “Pode o subalterno falar?’’ ([1985]; 2010) pode ser percebida estando em constante mutação[6]. Além disso, sua trajetória, longe de se enquadrar em apenas uma área de concentração, permeia a literatura, a filosofia e as ciências sociais. A autora é, então, marcada pela interdisciplinaridade. Buscamos assim pincelar algumas destas questões que advêm do pensamento e da vivência de Spivak.

Spivak em faces

É sempre uma tarefa árdua tecer palavras sobre a vida de alguém. De alguma maneira, a forma mais bem aceita de o fazê-lo perpassaria pela descrição de alguns pontos altos da vida da mesma. É o que, de alguma forma tentaremos fazer.

Spivak, nasceu no ano de 1942 em Calcutá, capital da Índia no período da Índia Britânica[7]. Ela tinha apenas cinco anos no período de partição do território. Mas pela ocupação, como o victoria memorial marca a cidade, o mesmo marca a sua obra. No plano pessoal poderíamos destacar alguns movimentos interessantes. Por exemplo, Spivak vive um momento de transição quanto ao ensino de inglês, ela teve um ensino em bengalês[8]. Para ela, anos mais tarde esse movimento desembocará em outra face da autora, na medida em que a tradução, sobretudo pro inglês, a torna conhecida no mundo anglo saxão. Quanto à infância, Spivak ressalta o papel fundamental que os pais tiveram na sua formação. Na medida em que o comunismo era parte da ideologia defendida e seguida por sua família[9], a própria autora também começava a questionar distintos aspectos da sociedade indiana.  Além disso, os pais foram sensíveis a muitas das questões de imigração, sobretudo de muçulmanos a Calcutá. Também preocupavam-se com as questões de classe, ainda que a família esteja alocada na burguesia indiana.

Ao mesmo tempo em que a história familiar aparece permeando a vida da autora, as trajetórias de militância a fizeram ter um olhar especial a sua formação quanto a história da Índia e de sua ocupação pelos britânicos[10]. A autora, é parte da primeira geração de autores que escrevem após o fim da colonização. Isso, de certa forma, foi essencial para sua formação. Sua potência teórica é construída em meio a um olhar crítico quanto a escrita da história da Índia.

Spivak enveredou nos caminhos da literatura, tanto em Calcutá, quanto em sua estadia nos Estados Unidos. Ela constituiu um corpus teórico na área, sendo uma grande disseminadora da desconstrução na literatura nos Estados Unidos[11]. Sua contribuição à filosofia e à literatura a fizeram ganhar um prêmio Kyoto[12]. Hoje, ela é professora do Departamento de Inglês e Literatura Comparada da Universidade de Columbia, Nova York. Sua presença na literatura é marcante e demonstra sua necessidade de olhar a diferença.

Especialistas na obra de Spivak chamam a atenção para aspectos que singularizam a produção da autora, entre os quais o estilo fragmentário, intervencionista e, até, combativo e as temáticas privilegiadas. Em termos amplos, e diferentemente dos primeiros trabalhos de Said e de Bhabha, Spivak, manifestando interesse pela diversidade de “contra-discursos”, estaria longe de privilegiar o discurso colonial como objeto de análise. (…) A amplitude desse leque de interesses vincula-se à exigência de Spivak da necessidade de reconhecer a heterogeneidade das culturas do pós-colonialismo[13].

Neste perfil, sobretudo, buscamos enquadrar a autora na chave analítica do pensamento às margens. O problema da diferença, como havíamos dito, marca sua trajetória, às margens, por sua vez, é parte da relação entre sua posição teórica e sua vida pessoal, assim, diz ela: ‘’After all, nationalism is about borders, and therefore war is about borders. And of course, one has to take into account that there are laws, and enforcement doesn’t really work’[14]. O problema das margens e fronteiras aparece na obra da autora como parte de uma linha que conecta sua perspectiva sobre a história e sua compreensão de subalternidade e tarefa intelectual. Deste modo, é possível perceber as faces de Spivak atreladas a situacionalidade de si mesma.

Muitos movimentos

O pensamento às margens faz com que a autora tenha uma preocupação especial com a questão da tradução. A autora foi reconhecida pela tradução para o inglês de ‘’De la Grammatologie’’ de Jacques Derrida. Autor fundamental em sua obra, sobretudo pelas questões que levanta sobre interpretação e representação. Antonio Gramsci e Ranajit Guha também são presenças fundamentais em muitos de seus textos. Assim, vale a pena pensar os movimentos que permeiam os textos da autora e suas questões a partir disto.

Historicamente, ela se junta aos intelectuais da época que se apropriaram de distintas teorias sociais para compreender a situação na Índia pós colonização britânica, tentavam compreender as relações sociais, econômicas e políticas[15]. São este os chamados ‘’estudos subalternos’’, que se propunham a apreender a história social e política na Índia (Goés, p.2). A partir de uma tendência marxista, o Centro de Estudos de Ciências Sociais (CSSC) fez escola entre autores críticos. Ainda que os ‘’subaltern studies’’ fossem definidos como ‘’uma série de publicações acerca da história indiana, eles ganham novas proporções ao abrangerem os ‘’estudos pós-coloniais’’, nos anos 2000 (p.3). Spivak, por sua vez, fazia o intermédio entre estes e as revistas americanas. O problema da diferença submerge no grupo, a partir das leituras dos pós-estruturalistas, como Foucault e Derrida (Goés, p.83).

O problema da diferença, como havíamos dito, é essencial para a autora, sobretudo pela perspectiva desconstrutivista derrideadiana adotada, em muitos momentos por ela. Esta perspectiva chama atenção de Spivak, sobretudo pela crítica ao ‘’eurocentrismo’’ feita por Derrida[16]. O termo subalterno, ainda, recebe outros significados em Spivak, termo que a fez ser questionada pelo essencialismo de que provinha. Para ela, os subalternos são aqueles que ‘’não possuem voz ou representatividade, em decorrência de seu status social’’ (Figueiredo, 2010: 84). Isto porque não uma relação dialógica, ao mesmo tempo em que, configuram os subalternos às margens (Freire, 2003). Muitos autores, bem como, a própria Spivak, repensam muitas destas questões na chave da escuta. Isto, de certo modo é um fio condutor de suas obras, na medida em que critica fala, escuta, episteme, poder e globalização, o que ela já enuncia no ensaio ‘’pode o subalterno falar?’’.

É neste texto que Spivak trabalha a questão da mulher em contextos pós-coloniais. Para ela, a mulher subalterna é duplamente silenciada, o que a faz questionar sobre as possibilidades de enunciação. Deste modo, é possível notar a potência da autora na constituição de uma articulação entre feminismo e pós-colonialismo:

O tema do feminismo e/no pós-colonialismo está totalmente ligado ao projeto de pós-colonialidade literária e suas relações com a leitura crítica e a interpretação de textos coloniais e pós-coloniais. Uma perspectiva feminista pós-colonial exige que se aprenda a ler representações literárias de mulheres levando em conta tanto o sujeito quanto o meio de representação. Exige também um letramento crítico geral, isto é, a capacidade de ler o mundo (especificamente, nesse contexto, as relações de gênero) com um olhar crítico. Assim, o suicídio de Bhaduri, descrito por Spivak pelo tropo da “fala”, funciona como uma carta do passado que pode ser lida e interpretada diversamente por diferentes “leitores” com várias motivações em diferentes lugares e em diversas épocas. As ligações etimológicas entre “literário” e “letramento”, que vêm do latim littera, “letra”, reforçam a ideia de que a comunicação abrange não apenas o ato da “fala”, como também o da recepção, da audição e da interpretação. Pode-se dizer, com efeito, que quase todos os debates centrais ao feminismo pós-colonial estão preocupados com os diferentes modos de ler o gênero: no mundo, na palavra e no texto.

BAKRI, 2013, p. 660

O esforço de tradução se assemelha, assim, com o pensamento às margens, na medida em que o subalterno aparece vinculado a questão da interpretação e das possibilidades de enunciação. Estas questões, para a autora, desembocaram distintos conceitos que podemos ver descritos em https://scholarblogs.emory.edu/postcolonialstudies/2014/06/19/spivak-gayatri-chakravorty/ e em https://www.youtube.com/watch?v=2ZHH4ALRFHw&t=125s&ab_channel=UniversityofCaliforniaTelevision%28UCTV%29. Ao mesmo tempo em que ela compreende este processo atrelado a formas globais, a identidade para ela é relacional, sobretudo “uma consciência da posição política, econômica e cultural dos vários lugares de origem nacional na financeirização do mundo” (Bakri, 2013: 664). É importante, ainda, para ela, uma tomada de consciência da cumplicidade posta em situações específicas[17]. Como ela mesma o faz ao compreender que, mesmo enquanto mulher, por vezes, é necessário que ela se posicione enquanto uma mulher burguesa na Índia, como em distintos momentos ela o fez[18].

Assim, é possível perceber as distintas filiações teóricas da autora, algo em constante mudança. Suas temáticas, também passaram pelo mesmo, desde a temática da subalternidade até a da educação. Sobretudo, atualmente o problema da educação emerge para ela ligado aos trabalhos sociais que ela desenvolve em áreas rurais na Índia. Isto porque, para ela a prática e a teoria andam juntas: ‘’My activism is through my teaching and writing. It shapes my life, and my life is shaped from it’’.[19]

Por outro lado, ser pós-colonial hoje é:

Creo que el enfoque poscolonial corresponde a un periodo histórico determinado y pienso que hoy en día es necesario complejizarlo, debido a la importancia del elemento de lo que algunos llaman el Norte y el Sur. El pensamiento poscolonial estaba ligado a los movimientos de liberación nacional. Hoy el mundo ya no está enteramente organizado en términos de estados-nación, a pesar de que algunas decisiones económicas se tomen a ese nivel. E incluso eso no es del todo cierto[20].

Spivak fotografada por Elena Mudd.

Notas

1 – https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/07/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-imperio-britanico.html.

2 – https://www.estadao.com.br/noticias/geral,saiba-mais-sobre-a-divisao-do-territorio-indiano-em-1947,33701.

3 – https://www.dw.com/pt-br/hist%C3%B3rico-da-rela%C3%A7%C3%A3o-entre-%C3%ADndia-e-paquist%C3%A3o/a-47717117.

4 – https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/migrantes-muculmanos-temem-deportacao-apos-nao-serem-considerados-cidadaos-da-india-5e4juwlp1749ss2vebi0wv95y/.

5 – https://lareviewofbooks.org/article/critical-intimacy-interview-gayatri-chakravorty-spivak/.

6 – https://www.dawn.com/news/1152482.

7 – https://operamundi.uol.com.br/turismo/34154/calcuta-capital-colonial-e-metropole-indiana-para-se-conhecer-a-pe.

8 – https://www.clarin.com/ideas/gayatri-spivak-entrevista_0_B1f-ZYGowmg.html.

9 – https://www.clarin.com/ideas/gayatri-spivak-entrevista_0_B1f-ZYGowmg.html.

10 – http://jan.ucc.nau.edu/~sj6/Spivak%20Interview%20DeKock.pdf.

11 – http://www.unsam.edu.ar/lecturamundi/sitio/gayatri-spivak/biografia/.

12 – https://www.thehindu.com/news/international/Gayatri-Spivak-wins-Kyoto-Prize/article12908964.ece.

13 – https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332002000200003.

14 – https://mythosmag.com/interviewhome/20-gayatri-chakravorty-spivak.

15 – https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8131/tde-12062015-114259/publico/2015_CamilaMassaroDeGoes_VOrig.pdf.

16 – https://lareviewofbooks.org/article/critical-intimacy-interview-gayatri-chakravorty-spivak/.

17 – https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332002000200003.

18 – https://www.clarin.com/ideas/gayatri-spivak-entrevista_0_B1f-ZYGowmg.html.

[19] – https://www.dawn.com/news/1152482.

20 – https://www.clarin.com/ideas/gayatri-spivak-entrevista_0_B1f-ZYGowmg.html.

Referências

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(2002). Comentário. Cadernos Pagu, (19), 55-58, disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-83332002000200003.

FIGUEIREDO, C. V. S. Estudos subalternos: uma introdução. Raído, Dourados, MS, V. 4, n. 7, pp. 83-92, jan-jun, 2010, disponível em: http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/Raido/article/viewFile/619/522.

FREIRE, J. C. Vozes de Spivak: subalternidade na crítica pós-colonial. Anais do XXVI Congresso Brasileiro de Ciências da Computação. Belo Horizonte, 2003, disponível em: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2003/www/pdf/2003_NP13_freire.pdf.

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Miscelânea

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FAGUNDES, M.; ASSUNÇÃO, N. Pode o subalterno falar e o pesquisador escutar? Aedos, Porto Alegre, v. 8, n. 19, pp.321-360, dez. 2016. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/aedos/article/view/71504.

FERNANDES, A. C. Pode o subalterno falar? A crítica epistêmica e a produção feminista: os (outros) sujeitos do conhecimento. Revista Estudos de Sociologia, v.21, v.41 (2016). Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/8992.

FERRARA, J. A. Feminismo e desconstrução: para além de Derrida. Cadernos Discursivos, Catalão-GO, v. 1 n 1, p.137-156, 2019. Disponível em:  https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/595/o/8FEMINISMO_E_DESCONSTRU%C3%87%C3%83O_PARA_JACQUES_DERRIDA.pdf.

GOMES, M.; BISPO, A. Pode a mulher brasileira falar? dissimulações normativas: análise da subalternização das mulheres da ADPF 54-DF. Revista Direito e Política, v. 13, n. 1 (2018). Disponível em: https://siaiap32.univali.br/seer/index.php/rdp/article/view/12661.

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Livros

Myself Must I remake: the life and poetry of W. B. Yeats (1974);

In other words (1987); Thinking academic freedom in gendered post-coloniality (1992);

Outside in the machine (1993); The Spivak Reader (1995); Selected  subaltern studies (1998);

A critique of postcolonial reason (1999);

Other Asias (2003); Death of discipline (2003);

Conversations with Gayatri Chakravorty Spivak (2006);

Who sings the nation-state? (2007);

Nationalism and the imagination (2010);

Pode o subalterno falar? (2010);

Harlem (2012);

An aesthetic education in the era of globalization (2012);

Readings (2014);

Ethics and politics in Tagore, Coetzee and Certain Scenes of Teaching (2018).

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